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Divulgação científica Bioindicadores, relatores ambientais

Bioindicadores são fatores bióticos empregados para o reconhecimento de condições (passadas, presentes ou futuras) de ecossistemas. As espécies estão adaptadas para sobreviver, se reproduzir e realizar relações ecológicas em condições ambientais específicas. Desta forma, a presença de cada tipo de ser vivo indica características físicas, químicas e estruturais do ambiente em que se encontra. De maneira geral, as características dos melhores bioindicadores são: · limites de tolerância estreitos – sensíveis a pequenas mudanças ambientais; · abundância; · identificação... (leia mais)

Maristela Zamoner




Anthologie...

Obra: „Anthologie de la Poésie Romantique Brésillienne » - Bilingüe (Port. / Fr.) Poemas escolhidos por Izabel Patriota P. Carneiro, apresentados por Didier Lamaison e prefaciados por Alexei Bueno Versão francesa: Adrienne Álvares de Azevedo Macedo, Didier Lamaison e Cécile Tricoire Editoras: UNESCO PUBLISHING / EULINA CARVALHO Formato: 14 x 21cm Páginas: 257 Preço: 27,45 € 2002, ISBN: 92-3-003786-9 Na década consecutiva à da Independência obtida em 1822, chega ao Brasil a revolução das sensibilidades que já soprava sobre a Europa após o início do século. O Romantismo brasileiro aparece com a publicação, em Paris, de “Suspiros Poéticos e Saudades”, de Gonçalves de Magalhães, em 1836. Mas é com Gonçalves Dias que nasce verdadeiramente a grande poesia... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Arlete Meggiolaro

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Arlete Meggiolaro
Em abril, mês das "rosas de Dorival Caymmi", numa humilde casa de vila na zona Norte desta mega metrópole de São Paulo, o jovem casal acolhe num berço simples a primogênita Arlete. Algumas décadas depois, no início do ano de 2001, por fatores externos alheios à minha vontade, injetaram-me nas veias a síndrome do pânico. Esta me encarcerou atrás das barras de ferro do não existir. Em dezembro do mesmo ano, um poema do autor A.C.F. penetrou-me e ejaculou em meu íntimo o sêmen da palavra. Eu não era poetisa, mas nasceram textos e os reuni como poemas. Nesse período, descobri que amava a palavra. Desde então, fui ao encontro desta analista, e não tive mais vontade de parar de escrever. No Museu Lasar Segall, com o Professor Gilson Rampazzo, frequentei em curto período, a Oficina Literária. Numa frenética busca pela internet, deparei com o escritor e professor Airo Zamoner. Com este mestre comecei a entender que poderia exibir minhas silhuetas de forma linear. Não abandonei o descontínuo, estes se encontram noutras páginas. Através deste manancial da palavra, afoguei a síndrome do pânico. Renasci. Arlete Meggiolaro