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A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Rodrigo de Souza Garcia

  AUTOR  
 
Rodrigo de Souza Garcia
Rodrigo Garcia, pseudônimo de Rodrigo de Souza Garcia nasceu em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro. Reside hoje em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Na escola, sofreu perseguições porque era considerado pelas garotas, o garoto mais bonito. Por causa disso, desenvolveu distúrbios esquizofrênicos, doença que muito o castigou. Foi rejeitado em muitas empresas em que trabalhou por ser considerado louco. Aos 22 anos de idade, teve um surto psicótico, pensando ser Jesus Cristo e que sua família estava influenciada pelo diabo. Correu descalço até o trabalho, achando que lá seria crucificado. Seu pai, sua mãe e seus irmãos levaram-no para a Santa Casa e lá recebeu a indicação de um psiquiatra. Começou a tratar-se de esquizofrenia com o Dr. Fernando. Hoje, Rodrigo é uma pessoa normal e convive na sociedade. É escritor, artista plástico e pretende ingressar no curso de letras para dar continuidade à sua carreira literária. É torcedor fanático do Flamengo e escreve para um site gratuito, onde os leitores poderão encontrar vários textos seus, inclusive um artigo sobre sua vida.