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   > Vilões da sociedade: medos



Marlos Mello
      ARTIGOS

Vilões da sociedade: medos

A sociedade em que vivemos atualmente apresenta-se coroada de encantos e desencantos. Diante do receio da insegurança e do futuro que se aproxima torna-se difícil definir quem tem mais medo. O homem e a mulher mudaram muito nas últimas décadas, ganharam novos padrões e valores para sobreviver.

Em tempos de muita correria a comunicação vale ouro, a disputa por uma oportunidade é sentenciada de forma imprescindível. Homens e mulheres formam uma nova conjuntura social que amedronta as verdades priorizadas no passado pelos até então julgadores do processo natural.

A concentração de crenças religiosas que até aquele momento era a norteadora de valores passa a ser possibilidade de escolha e não mais a única fonte de sabedoria. As pessoas tornaram-se a prioridade e sua maior preocupação é a vida, ou seja, as rupturas sociais encarnam a qualificação da ciência no incentivo de saciar as necessidades do homem.

No passado o grande temor era o castigo divino, este regia a vida da sociedade e do mundo ocidental. O período contemporâneo é estagnado de medos oniscientes, mas se encontra cercado de medos onipresentes. A própria relação homem e mulher, ou até mesmo a relação familiar ganha novos vilões que se apresentam ofuscados.

 É deveras complexo dirimir os medos e a tentativa de conceituá-los pode não ser a melhor idéia. Para cada ser humano existe um sentido no seu medo. Não existe pessoa que não carregue receios em suas escolhas, nos mais simples atos da rotina eles estão expressos.

Em determinados casos onde os medos apresentam-se de forma intensa e até mesmo frequente pode ser necessária a intervenção profissional. É importante estar atento, pois alguns tipos de medos podem prejudicar emocionalmente e socialmente homens e mulheres que não procuram o tratamento adequado.

O pior medo é o medo de procurar ajuda quando necessário, e esse pode ser o maior pesar cometido contra você mesmo. Cuide-se.



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