Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (651)  
  Contos (939)  
  Crônicas (730)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (202)  
  Pensamentos (640)  
  Poesias (2496)  
  Resenhas (129)  

 
 
Catálogo2015-P&B
Airo Zamoner
R$ 13,40
(A Vista)
INDISPONÍVEL

Arquitetura-03-418
Airo Zamoner
R$ 104,00
(A Vista)






   > o Cãozinho e o Cachimbo



GERALDO DE CASTRO PEREIRA
      CONTOS

o Cãozinho e o Cachimbo



O CÃOZINHO E O CACHIMBO
 
MINICONTO
 
       Após a segunda Guerra mundial, o Sr. Klaus veio morar no Brasil. Era ainda um rapazola, cheio de sonhos.  Posteriormente, sua namorada também resolveu vir para o Brasil, atrás do seu querido. No Brasil casaram-se numa colônia de alemães.
       Ambos foram morar numa linda cidade do Espírito Santo, denominada Domingos Martins , também conhecida como Campinho Acharam a cidade aprazível e acolhedora, onde encontraram vários compatriotas.
       O senhor klaus gostava de fumar cachimbo. Não largava o vício por nada deste mundo.
       Um dia, precisava resolver um problema em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo Pegou um ônibus, onde era permitido fumar. Sentou-se numa poltrona ao lado da janela, fumando seu cachimbo.Apreciava as lindas paisagens da região.
        Nisto, o ônibus parou em um ponto e uma senhora bem vestida, com seu casaco de peles, entrou abraçado a um cão, lindo, enfeitado com um lacinho de fita.
 No ônibus também era permitido levar cachorrinhos, desde que ficassem no colo de seus donos.
        A mulher ficou incomodada com o cachimbo do seu vizinho, pois tinha alergia.
Solicitou ao sr. Klaus guardasse seu cachimbo. Ele, fazendo ouvidos moucos, continuou a soltar suas baforadas.
         Não aguentando mais, a madame arrancou da boca do alemão o cachimbo e o atirou pela janela.
         O senhor Klaus, aborrecido, apanhou o cachorrinho do colo da mulher e o lançou também pela janela.
         Furiosa, a dona começou a gritar, desesperada.
         Impassivelmente, Klaus, no seu sotaque alemão, lhe disse, em alto e bom som: “Cachorro tua vai buscar cachimba meu”.
 
         
           Geraldo de castro Pereira
 
 



CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui