Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (641)  
  Contos (942)  
  Crônicas (726)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (217)  
  Pensamentos (651)  
  Poesias (2532)  
  Resenhas (131)  

 
 
Cidades-03-220
Airo Zamoner
R$ 104,00
(A Vista)



Passagens-02-082
Airo Zamoner
R$ 104,00
(A Vista)






   > Então, nós descobrimos que nós somos nós



Thalles Simplício de Faria
      POESIAS

Então, nós descobrimos que nós somos nós

Felicidade que desdobra nos quarteirões e ruas;
Um nada do que ter ou ser, a não ser a alegria que explana na alma
Tornando-a convexa como refrigerante ou champanhe
Que se explode em festa algures.
 
O jeito é então agarrar com dentes, e bocas
e correr com o que mais for, no caminho que é desordenado mas
pra frente vai. E diga-se de passagem que a felicidade não pode
não deve ser adiada nunca, como se não a tivéssemos...
 
E, quem foste que disse que não a temos embalsamada
e sobre o peito e todo corpo como papel manteiga que embala o pão?
O difícil é não fluir e não deixar que as coisas aconteçam...
mesmo que sejam sob chuvas de soberbos vinhos
que alimentam-no a esperança e a glória de ser, vivo.
 
Não há no universo razão nenhuma para se descrer,
enquanto seu coração bate aliviado por existir,
e através de pueril doente alegria, transborda-se
com o ar que atravessa os pulmões, e inebria a alma
com o que se pode dizer o prazer máximo da vida.
 
Be yourself, be yourself...
E que o resto do mundo rasteje ensaboado por seus sorrisos
e pela grama que de leve todos pisam...


CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui