Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (641)  
  Contos (942)  
  Crônicas (726)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (217)  
  Pensamentos (651)  
  Poesias (2532)  
  Resenhas (131)  

 
 
Alerta das Estrelas
Francisco Ederaldo...
R$ 77,70
(A Vista)



Cidades-03-220
Airo Zamoner
R$ 104,00
(A Vista)






   > Caraça



Thalles Simplício de Faria
      POESIAS

Caraça

Diferentemente de não amar,
Ela olhou para mim, com aqueles olhos que eu nunca me esqueço.
Com aquele jeito que eu nunca me esqueço. E eu me pergunto, quão belo é o amor!
Jogo por debaixo do tapete todo o ódio que há no meu coração.
Procuro estar com quem está comigo.
Aquela imagem na Capela, memorável. Eu fui aos céus, e havia um anjo ao meu lado.
E há um anjo ao meu lado, que a vida, às vezes ingrata, nos trata de machucar.
Mas, quão belo é o amor!
Aquilo que sobra, aquele conhecimento misterioso,
Dois seres místicos, que se entrelaçam de uma maneira misteriosa.
Aquilo que nunca acaba, e que nunca deve acabar.
E quão chorosa é a vida.
Quão chorosa por haver a palavra despedida.
De algo que não se deve despedir.
Algo que não se pode despedir.
Pois o amor, o tão amor inalcançável, está ali.
Tão somente ali. Desperto, puro.
De uma forma que nunca deve ser ir embora.
Pois senão o meu coração morre...


CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui