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   > Agosto



Amarilia Teixeira Couto
      POESIAS

Agosto

Agosto
 
 
 
Agosto chegou de novo
Com suas idiossincrasias
Que o tornam um mês tão singular
É que não dá pra explicar
O que este mês temperamental
Provoca nas pessoas
 
Ele já se anuncia em meados de julho
Ainda no frio do inverno
Se revela um pouco terno
Ao se mostrar ensolarado
em algumas manhãs
 
De repente vem o vento
O frio
A chuva
E tudo fica estranho
Como lá
Nos tempos de antanho
 
É que agosto é convencional
Não acata as vicissitudes modernas
E se todos dizem que tudo mudou
Que a natureza anda de ponta-cabeça
Agosto não
Continua o de sempre
 
Uma miscelânea de sensações
Carregadinho de premonições
E sortilégios
 
 
A gosto de Deus
Todas as estações
Se misturam e se confundem
Alterando o humor das pessoas
E o rumo das emoções
 
Como não aprender com a natureza?
Como não pressentir
Na estranheza e nas inquietações de agosto
Um bom presságio?
 
É que depois dele vem a primavera
Explosão de vida e beleza
Agosto é tempo de gestação
De reflexão
De guinada de vida...
 
 
Ou poderia ser,
 
Por que não?
 
 


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