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   > Julgamento humano



Erwelley C.de Andrade
      ARTIGOS

Julgamento humano

 Estamos sempre em busca de encontrar melhores maneiras de impor nossas diferenças em todos os lugares que podemos gritar alto o que é importante, e cada dia se transformar num barco sem remo e com remo é difícil chegar e bater o pé diante de tudo o que parece travar o caminho. Porque as pessoas não buscam direito raciocinar antes de magoar ao redor pelo que acontece.
Não pense que a moral faz parte de uma bronca humana, desde que o mundo é mundo onde as palavras não terão mais nenhum temor de obediência, e quando Deus, o ser de maior onisciência será motivo de chacota e de grande sofrimento humano para com os seres de menor valor intelectual e de pouca importância emocional.
A cabeça está sempre longe e o vento leva o caso de quem não quer criar caso com os casos sem solução mesmo que o ditado popular diga que pra tudo existe uma. Um histórico de boa família e boa índole freqüente em todo o tempo.
Quem mata as pessoas somos nós mesmos, e como os amigos do céu são os que amam a Deus de todo coração e praqueles que não crêem em Deus e céu, fica o livre arbítrio para escolher seus santos a quem se apegar ou suas teorias a estudar com toda devoção.
Não é de o meu teor literário fazer juízo a implicância cristã, nem ao menos espalhar contendas entre humanos e relativos a isso, tudo é questão de costume e o choque de futuro é o responsável por tantas mudanças para melhor e pior.
A diferença de tal comunhão de letras não vem de fatos e relatos, é também com iras de sentimentos por termos sido massacrados por nossos antepassados e horrorizados com mitos e verdades a cada década. O forte de todos os medos é a nossa última chance de agir antes da pensar e esperemos por mais e mais mudanças até que o processo de construção mantenha a mente centrada na convicção do certo, restando apenas o findar de um esbarra mento catastrófico com a natureza e suas revoltas para se proteger do abismo humano.
Errar é considerado pecado e pecado é considerado fatal ao mesmo tempo banal e controverso na busca pela perfeição é uma vaga idéia de um mundo melhor.
O máximo é o mínimo e o mínimo que podemos fazer por cada um, é cada um fazer por si e por todos sem olhar a quem, sem retroceder e apontar as travas dos olhos vizinhos porque temos sempre telhado de vidro e nunca seremos limpos a ponto de jogar a primeira pedra.


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