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   > FIDELIDADE PARTIDÁRIA



Achel Tinoco
      ARTIGOS

FIDELIDADE PARTIDÁRIA

Se esses políticos baianos são fiéis às suas esposas do jeito que são à política partidária, elas estão sob maus lençóis, sem dúvida. Basta um sorriso afável do outro lado ou uma pesquisa mais favorável, que todos eles pulam a cerca do quintal do vizinho, qual vaquinhas no cio ou ‘marias-chuteiras’ à porta do estádio.
            Como é bizarro ver César Borges com os dentes na rua pedindo seu votinho de mãos dadas a Gedel; e o que falar de Otto Alencar vice na chapa de Wagner? Será que eles ainda se lembram de ACM? Será que ainda veneram sua memória? Será que suas canelas ainda doem? Duvido que as hienas se riem tanto!
            Parece que em nome da politicagem sórdida e “desinteressada” vale todo tipo de traição: aquele que foi atropelado pelo Carlismo, hoje está aos cuidados de Paulo Souto, que era o próprio Carlismo; e o outro que era um crítico ferrenho do Lulismo, hoje é o vice de Jaques Wagner, que é o próprio Lulismo na Bahia.
            E todos mostram suas próteses dentárias na TV, não têm nenhum tipo de vergonha, afinal, como sabemos, vergonha na cara não foi impressa para políticos, tão somente para aqueles que têm retidão nos passos, que pensam harmonicamente e não fazem dessas tetas partidárias suas vaquinhas de leite.
            Os cartazes se espalham pelas ruas, pois, um atrás do outro, atrás do outro, atrás do outro: são todos iguais, só mudaram a legenda e fingem que mudaram de lado. Mudaram não, a cerca é bem baixinha: pulam para lá, pulam para cá; a farinha é a mesma, o saco é o mesmo, portanto, seu pirão primeiro.


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