A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Como sangra também
A gigantesca cordilheira das lembranças.
A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Sangrando além o amor, os sonhos
E a pujança da relutância.
A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Jorrando o vermelho da vida
Qual escapa das alamedas da flor desvanecida e da infância.
A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Só não morre nem sangra
O Sistema Solar que alimenta
A Via Láctea da Esperança!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
• http://twitter.com/jessebarbosa27
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