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“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus diferentes dialetos – muitos dos quais ainda hoje existentes,... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




ALÔ! QUEM FALA?

O sobressalto despeja adrenalina no sangue e o coração acelera. Ele pula do casulo tênue do descanso forçado. As fibras do corpo extenuado se retesam. A voz ameaça um salto da garganta trêmula. Pigarreia. Disfarça. Ameaça relaxar. A excitação impede. Os ouvidos tentam espasmos inúteis para estenosar entradas. O som digital rompe as barreiras e vibra no cérebro suplantado. Atender é voltar ao mundo. Ouvir pessoas e seus disfarces malditos é abrir novamente os canais apodrecidos de líquidos imundos. É ter a morte a seu lado. Se ela ao menos tivesse a comiseração de o levar para sempre! Mas não! Fica ali para mostrar a supremacia pervertida. Não atender é enlouquecer a cada segundo. Perder a consciência do inferno. O ruído metálico insiste. As mãos apertam as têmporas. Levantá-lo do... (leia mais)

Airo Zamoner







   > Livraria > Autores [A] > Márcia Sanchez Luz

  AUTOR  
 
Márcia Sanchez Luz


Da menina, da adolescente, da estudante, da professora, da psicóloga, da mãe, da filha, da irmã, da mulher – de todas as pessoas que a habitam e de sua luta valente. De angústias sociais e pessoais, amores frustrados, arroubos que elevam ou arrasam e passam, certezas e dúvidas e as dívidas íntimas que geraram, erros, acertos, sonhos, pesadelos, inconformismo, desejo de consertar o mundo, alegrias e dores passadas e presentes. De esperanças e desesperanças. Dessa biografia de atitudes e sentimentos humanos nasce a poetisa Márcia Sanchez Luz, que esperou 49 anos para se expressar, e agora o faz confirmando que "toda centelha do prazer divino nasce de um pouco da tristeza humana" (Raul Machado, em A Um Poeta), e "florescendo em versos o seu sentimento, repartindo o coração em frutos de ouro". Francisco Sanchez.