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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




Vida vazia, vida marota!

Dr. Agildo caminhou vagarosamente até a enorme varanda. Saboreava os momentos do entardecer, um a um, como rotina para receber a noite implacável e então, recolher-se para o descanso. Desta vez, contudo, sentia-se diferente. Seus pensamentos esvoaçavam de um canto para outro da memória, contrariando seus comandos, inquietando seu espírito. Sentou-se na velha cadeira, admirando o extenso jardim. Os canteiros, emoldurando as divisas com suas cores imprevisíveis, tentavam suavizar seus sobressaltos. O ipê majestoso, que ele próprio plantara há tantos incontáveis anos, mantinha-se incólume a seus pensamentos. Parou seus olhos no aparente desordenado trabalho da velha árvore, largando o amarelo de pétalas a se desprenderem a cada instante, formando verdadeira alcativa.... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Mary Santana

  AUTOR  
 
Mary Santana
Mary Santana, formada em pedagogia pela UFPR em 2002, concluiu sua pós-graduação em Danças de Salão Teoria e Técnicas em 2007 pela Faculdade Metropolitana de Curitiba - Famec. Trabalha com o ensino Fundamental desde 1997 e com a educação Infantil desde 1991. Sempre esteve envolvida em eventos culturais e projetos educacionais para educação infantil e ensino fundamental nas instituições de ensino público. Trabalhou como assistente de professora, lecionando língua estrangeira (italiano) para crianças do ensino fundamental, dando ênfase à música e à dança folclórica. Iniciou sua trajetória com a dança aos dezessete anos com o jazz, e em danças de salão, em 2003, no Centro de Dança Jaime Aroxa, hoje Escola de Danças Oito Tempos.
Atualmente, trabalha como professora de dança para crianças do ensino fundamental educação infantil.