Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




Default



   > Nilza Amaral

  AUTOR  
 
Nilza Amaral


Escritora e professora de Línguas e Literaturas, nasceu em Piracicaba e fixou residência em São Paulo, onde terminou seus estudos superiores. Iniciou sua carreira vencendo concursos literários. Publicou A Balada de Estóica, O Dia das Lobas, prêmio Ficção Escrita '84, Modus Diabolicus, Amor em Campo de Açafrão. Tem contos em várias coletâneas, jornais e páginas da Internet. Foi convidada do projeto O Escritor na Biblioteca, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, para o qual organizou os textos dos books dos anos de 1995 e 2000. Participou do projeto A Arte nas Escolas, da Secretaria Estadual da Cultura de SP, do projeto DO/Leitura Doze Contistas Paulistanos e do projeto Leitura de Textos, na Oficina Literária Três Rios, como escritora leitora, juntamente com Lygia Fagundes Telles, Anna Maria Martins e Cecília Prada. Foi diretora da UBE por duas gestões seguidas.
Obras publicadas:
A Balada de Estóica. São Paulo: Patrocínio Gráfica Lanzara, 1980.
O Dia das Lobas. 1ª e 2ª ed. São Paulo: Escrita, 1984; 3ª ed. São Paulo: Razão Social, 1994.
Amor em Campo de Açafrão. São Paulo: Scortecci, 1988.
Modus Diabolicus. 1ª ed. São Paulo: Scortecci, 1990; 2ª ed. São Paulo: Ed.Cultural, 1992.
O Florista. Masso Ohno Editor SP Patrocínio Ind. de Cosméticos Driss, 1997. /Medalha de prata em 1 de Junho de 2003 no Concorso Internazionale Maestrale- Itália, categoria romance
Meia Lua e Esmalte Vermelho (e-book). Editora Writers, 2001.