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“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus diferentes dialetos – muitos dos quais ainda hoje existentes,... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




Mãe... nhe! Engoliram o papai!!

– Com Deus me deito, com Deus me levanto... “Eu SEI que é ele que está lá... Fica lá, só me olhando...” – Com a graça de Deus e do Divino Espírito Santo. “ Por que ele num vai embora?...” – Ave Maria cheia de graça... “Mamãe não tinha nada de mudar pra essa casa cheia de fantasmas... João fica dizendo que eu sou medroso, que fantasma não existe... Não existe uma ova... E aquele alí?” – O Senhor é convosco... “Como é que na outra casa eu não via nada? Essa casa é mal-assombrada, sim senhor... Ai, meu Deus, olha ele lá outra vez... Me olhando com aqueles olhos sem cara...” – Rogai por nós pecadores... “Vou tampar o rosto...” – Agora e na hora... “Tou escutando uns passos... É ele que vem vindo... Me proteja, meu Anjo da Guarda... Ele tá... (leia mais)

Isis Berlinck Renault







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  AUTOR  
 
Rodrigo Pagani Rocha
Rodrigo Pagani Rocha nasceu em 25 de março de 1970, na cidade de Belo Horizonte. Aos 18 anos, fez intercâmbio por um ano nos Estados Unidos, Estado de Ohio, onde iniciou um diário, com o objetivo de eternizar todos os momentos que lá vivenciou, hábito este que manteve depois de seu retorno. Em meados de 1992, com 22 anos, começou então a escrever o livro "Diário de Bagana", baseado em tais escritos. Para que a obra não se tornasse uma autobiografia, Rodrigo preferiu criar um alterego, o personagem principal da obra, John Fernando - o Bagana, a quem conferiu algumas características semelhantes às suas e acrescentou outras que gostaria de possuir. Formou-se em Direito pela Faculdade Milton Campos, em julho de 1994. Em meados de 1997, escreveu seu segundo romance denominado "O Furor", ainda inédito no mercado literário. É casado há 11 anos, tem um filho de 7 e tem como profissão, a advocacia.