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PRESIDENTE! O SONHO ACABOU...

Ele esfregou os olhos como criança. Piscou várias vezes. A penumbra da manhã impúbere digladiava contra a noite rebelde, envelhecida, teimosa. Ela sabia de sua derrota cotidiana, desistiu e se encolheu, aguardando escondida em conhecidos cantos inabitados. Conformada, sabia da vitória certeira contra a iluminação do dia que murcharia dentro de algumas horas. Ele voltou a esfregar os olhos remelentos, sentir o sonho recém apagado. A agenda do dia disparou assessores pelas quinas do palácio. Desde os primeiros dias de poder, não havia mais tempo para devaneios infantilóides e o sonho se dissipava no emaranhado confuso das marchas e contra-marchas, dos argumentos e contra-argumentos, das possibilidades e impossibilidades, todas ignoradas no longo, muito longo e mal feito... (leia mais)

Airo Zamoner




“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




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   > Marisa Santos

  AUTOR  
 
Marisa Santos

Sobre a colaboradora-poetisa

 “O mundo fenomênico, como resultado do movimento do querer,

traz em si as marcas da dor, do despedaçamento do uno primordial

e, para se libertar dessa dor, faz um segundo movimento,dessa vez estético,

reproduzindo o movimento inicial que a vontade realizouem direção

à aparência. Desse último, emana a aparência da aparência ou a bela

aparência do sonho, um bálsamo para o querer, um remédio para libertá-lo

momentaneamente da dor pelo seu desmembramento em indivíduos

 

Marisa Santos / Maressa Marins / Drevra Hadarah/Ágata Ketlyn 

Uma Mulher – Quatro Poetisas

Cada Pseudônimo tem seu estilo, sua maneira de enxergar a vida, o ser humano,seus sonhos, suas subjetividades:

Marisa Santos
é a protagonista de todas as personagens

Vivendo entre o emotivo e o racional, Artista Plástica,Teóloga, Escritora e Filósofa. Questionadora, sempre almejando colocar cores emvários ângulos da vida, mesmo se forem cinzentas e tristes.

Drevra Hadarah é a mulher sensual, erótica, instigante, radicalizante, sensível e profunda, outras vezes polêmica,militante e até sofrida.

Maressa Marins é a romântica,algumas vezes sofrível, mas sempre dá a volta por cima e se alegra com as lembranças boas da infância.

Ágata Ketlyn, é a mulher crente em Jesus, mulher cheia de fé e conflitos interiores, sempre entre a cruz e a espada, entre pecado e vontade, razão e fé.