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Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




COLEÇÃO ARQUIVOS - TESOUROS ETERNOS DA LITERATURA IBERO-AMERICANA

Livros à mancheia têm-me chegado nestes últimos meses, levando-me a um profundo mergulho no tempo. A uma reflexão intensa sobre o quanto desconhecemo-nos, ainda que parte imensa nesta América, latina e de proporções gigantescas no tocante a problemas, sim, mas também no tocante à riqueza cultural. Muitas das edições que tenho recebido não são atuais, porém preciosas ao nosso processo de busca e de integração, no qual o fator cultural faz-se imprescindível. Sem conhecermos o passado, lutamos por uma identidade inexistente, segundo alguns autores especializados no estudo e na pesquisa do fenômeno cultural ibero-americano. E as novidades, às vezes antigas, nos impedem este retorno urgente à nossa formação, à nossa certeza de que somos dignos de respeito pela... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Ana Flores

  AUTOR  
 
Ana Flores
Ana Flores é autora do livro "Corporco e outros contos", cronista dos jornais de bairro Guia Humaitá e Folha da Gávea, ambos do Rio de Janeiro.
É tradutora de contos do autor argentino Fernando Sorrentino, reunidos no livro "Para defender-se dos escorpiões e outros contos", além de "História de Maria Sapa", "A fortuna de Fortunato", "Quem se zanga, perde" e "Dom Osvaldinho", histórias infantis do mesmo autor.
Autora amplamente premiada destacam-se o primeiro lugar do Júri de Escritores com o conto "Óme? Nem morto!", em 2000, no concurso virtual Arremate o Conto; terceiro lugar no concurso de contos eróticos da revista Status, em 1978, com o conto "Consulta vai, consulta vem..." Autora do livro didático "Muito Prazer!", curso de português do Brasil para estrangeiros, 2 volumes e diversas outras publicações esparsas.

O que diz a crítica
"Acabo de ler ´Mordaça´. Comovi-me e li-o várias vezes. Pode-se perceber a bagagem para dizer tanto com tão poucas palavras. Gostei muito." - Rafael Moncada, escritor colombiano.

"Ana Flores é uma contista plena. Com total domínio da narrativa, faz tão bem o micro e o miniconto - espécie moderna e difícil do gênero - como o conto maior, diálogos realistas, ou até mesmo o conto de realismo mágico. Além de tudo, é uma escritora com estilo e personalidade." - Cairo de Assis Trindade, poeta e consultor literário.

"O conto ´Corporco´ é de excelente qualidade literária. Fiquei muito tocada. Fazia tempo que eu não lia algo tão bom na Internet." -Fernanda Villas Bôas, jornalista.

"Gostei muito de toda a produção literária deste livro. Nunca tinha ouvido falar de microcontos e não esperava que fossem tão curtos. Acho que, com eles, Ana Flores alcançou o domínio da palavra de um poeta. São enxutos e completos. Gostei mesmo." Milvia Albuquerque - professora