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Sexo e Dança de Salão

Quando “fui iniciada” nas artes da dança de salão, no início da década de 1990, percebi algo nebuloso e fortemente relacionado a sexo na atividade. Desde então venho observando, analisando, pesquisando e estudando a natureza desta relação. Precisei de anos para chegar ao ponto de entendê-la. Por ocasião do meu primeiro contato com a dança de salão, percebi que esta atividade exercia uma influência avassaladora sobre o comportamento sexual das pessoas de qualquer faixa etária. Inicialmente, imaginei que isto se devia ao fato de que a dança de salão é dependente da relação de masculinidade e feminilidade. Esta relação se dá por... (leia mais)

Maristela Zamoner




EMOÇÂO

Foi um dia de intensa emoção. Estava triste, sem saber o que fazer. Alguém aconselhou. “Quebra o bloqueio. Põe tudo que sente pra fora”. Depois do conselho, pensou. “Talvez escrevendo eu consiga. É isso. Ponho no papel. Assim não amolo ninguém”. Agora, sentada frente à máquina, não sabe como dar início. Como pôr pra fora o que sente? Não sabia... Passou a vida toda segurando suas emoções, só extravasadas em lágrimas, a única coisa que não sabia guardar. Uma simples vontade depois de um conselho. Conseguiria fazê-las saírem? Na verdade, não era uma simples vontade. Era uma profunda vontade. Pensou que talvez fosse mais feliz, mais liberta, se conseguisse algum dia, de alguma forma, “botar pra fora”, nem que fosse um pouquinho só, toda aquela emoção... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




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   > Adélia Maria Woellner

  AUTOR  
 
Adélia Maria Woellner

Adélia Maria Woellner nasceu em Curitiba (PR), no dia 20 de junho de 1940.Formou-se em Direito, pela Universidade Federal do Paraná, em 1972, quando foi premiada com quatro medalhas, inclusive a de ouro, por haver obtido o 1º lugar no curso jurídico noturno.Foi professora (Direito Penal), no período de 1973 a 1985, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Pertence à Academia Paranaense de Letras (Cadeira nº 15); à Academia Feminina de Letras do Paraná (Cadeira nº 18); ao Centro de Letras do Paraná; à Academia de Letras José de Alencar (Cadeira nº 8); ao Centro Paranaense Feminino de Cultura; à Academia Paranaense da Poesia (Cadeira nº 26); à Academia de Letras e Artes de Pato Branco-PR (Cadeira nº 27), à União Brasileira de Trovadores, Seção de Curitiba; à Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, além de a várias outras entidades lítero-culturais do Brasil. É membro de “The Internacional Academy of Letters of England” (Grafton Road, London, England), do Centro Cultural, Literário e Artístico da Gazeta de Felgueiras (Felgueiras, Portugal) e Patrona da Cadeira nº 37 da Academia de Estudos Literários e Linguísticos de Anápolis (Goiás).
Teve seu nome incluído nas seguintes obras literárias: “Ponte da
Memória”, de Vivaldo Cairo (Salvador, BA-1966); “Dicionário Biobibliográfico de Mulheres Ilustres, Notáveis e Intelectuais do
Brasil”, de Adalzira Bittencourt (Rio de Janeiro, GB-1969); “Dicionário Literário Brasileiro”, de Raimundo de Menezes (Rio de Janeiro,RJ-1978); “Sesquicentenário da Poesia Paranaense”, de Pompília Lopes dos Santos (Curitiba, PR-1985); Enciclopédia de Literatura Brasileira”, de Afrânio Coutinho, em convênio com a FAE, Ministério da Educação (Rio de Janeiro, RJ-1990); “Dicionário de Poetas Contemporâneos”, de Francisco Igreja (Rio de Janeiro, RJ-1991); “Almanaque Literário”, de Laís CostaVelho (Rio de Janeiro, RJ-1997), “Dicionário de Mulheres”, de HildaAgnes Hübner Flores (RS-1999).
No dia 10 de outubro de 1974, o programa cultural “Projeto Minerva”, criado e promovido pelo Ministério da Educação e Cultura - MEC, em cadeia nacional de emissoras de rádio, foi dedicado à análise edivulgação do seu livro “Poesia Trilógica”.
Participou da elaboração dos livros “Uma Viagem de Cem Anos” e “Pelos Trilhos da Memória”, editados pela Superintendência Regional Curitiba,da RFFSA, em comemoração ao 1º Centenário da Estrada de FerroParanaguá - Curitiba (fevereiro, 1985).
Entre os inúmeros prêmios e homenagens, recebeu a comenda “Medalha do Mérito Ferroviário”, concedida pela RFFSA (Rio de Janeiro, RJ -1990).
Da autora:

Poesias:
- “Balada do Amor que se Foi”, 1963;
- “Nhanduti”, 1964;
- “Poesia Trilógica”, 1972;
- “Encontro Maior”, 1982;
- “Avesso Meu...”, 1990 (1ª edição) e 1991 (2ª edição);
- “Poemas Soltos”, 1992 (edição artesanal, circulação dirigida);
- “Infinito em Mim...”, 1997 (1ª edição) e 2000 (2ª edição);
- “Infinite in Me”, 1997, ed. artesanal bilingue Inglês/Português, lançado na 13th Brazilian Street Festival, Nova York, em 31.08.1997;
- “L’Infinito in Me...”, 1997, edição artesanal bilingue Italiano/Português;
- “Infinito en Mí”, 1997, ed. artesanal em Espanhol, lançado na VIII Feria Internacional de Libro de La Habana, Cuba (fevereiro, 998);
- “Infini en Moi...”, 1998, ed.artesanal bilingue Francês/Português;
- “Unendlichkeit in Mir...”,1998, edição artesanal bilingue Alemão/Português;
- “Infinito em Mim”, 1998, em braile, edição do Centro de Informática para Deficientes Visuais Prof. Hermann Görgen.
- “Poemas para Orar e Meditar”, livrete com 22 poemas, três edições
(1998, 1999 e 2000), totalizando 60.000 exemplares;
- “L’Infinito in Me”, 1999, em Italiano, editado em Pisa, Itália, pela Edizioni ETS;
- “Poemas para Amar”, livrete com 22 poemas, 2 edições (1999 e
2001), totalizando 20.000 exemplares;
- “Nhanduti-Sempre Poesia”, CD com 52 poemas, 1999;
- “Férias no Sítio”, infantil, ilustrações de Raphael Furtado Casagrande (8 anos), 2002.

Pesquisa:
- “A Literatura e a História do Paraná”, 1999, edição da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná;
- “Para Onde Vão as Andorinhas”, relatos sobre as famílias Woellner, Andretta, Joslin e Valle, no Paraná, Imprensa Oficial do Estado
do Paraná, Curitiba, 2002.

Ensaio:
- “Graciette Salmon - A Ciranda da Estrela Sozinha”, 1999.

Prosa:
- “Luzes no Espelho – memórias do corpo e da emoção”
– relatos, crônicas e poemas, Curitiba, 2002.