Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




ROSINHA - CONTA – CASOS

Há muito, muito tempo, nasceu no céu uma linda nuvenzinha cor-de-rosa. Nossa! Foi o maior zum-zum-zum. Imagine só! Uma nuvem cor-de-rosa! Não se falava em outra coisa. A casa de Mamãe-Nuvem vivia cheia de visitas. Todos queriam conhecer a nuvenzinha colorida. Todos queriam conhecer Rosinha. Ah! Sim! Ela recebeu o nome de Rosa. Mas logo, logo, virou Rosinha. O tempo foi passando e Nuvem Cor-de-Rosa, aliás Rosa, aliás Rosinha, foi crescendo cada dia mais linda. E não era só linda, não. Era inteligente, alegre, super simpática e tinha uma facilidade incrível para fazer amigos. Todo mundo adorava conversar com ela. Sabe por quê? Porque Nuvem Cor-de-Rosa tinha um dom muito especial: ela inventava casos. Pois é! Ela adorava inventar casos e contá-los... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




Default



   > Marcial Salaverry

  AUTOR  
 
Marcial Salaverry
MARCIAL SALAVERRY Sempre fui leitor voraz. Desde pequeno, sempre gostei demais de boa leitura. Meus autores favoritos foram,  Monteiro Lobato, Karl May, Leandro Dupré, Júlio Verne, Victor Hugo.Escrevia algumas brincadeiras, mas nunca pensei em ser escritor.  Minha irmã era secretária de Monteiro Lobato, e certa vez mostrou um trabalho de redação que havia feito para a escola, e o Mestre comentou que eu poderia ainda vir a ser um escritor, pois tinha estilo. Nunca o levei a sério. Deveria ter levado, pois agora descobri o prazer de soltar o que tenho dentro da alma.Somente comecei a escrever alguma coisa para a Internet neste ano. Instado por algumas amigas, comecei a escrever  Aventuras na África, narrando episódios de minha vida no Congo, durante três anos que lá vivi. Como jamais havia pensado em escrever sobre isso, nada havia anotado. Foi um excelente trabalho de memória, para lembrar-me de certos detalhes.Descobri que ainda não estou senil, embora muita gente possa pensar o contrário.Posteriormente resolvi escrever crônicas tipo auto ajuda, e muita gente tem gostado.E agora, estou poetando. Parece que estão gostando. O que vocês acham?Alguns dados biográficos:Nasci em 11/12/1938 – Casei em 19/09/1959 – E agora sou um bisavô muito orgulhoso de seu bisneto.