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A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




Sexo e Dança de Salão

Quando “fui iniciada” nas artes da dança de salão, no início da década de 1990, percebi algo nebuloso e fortemente relacionado a sexo na atividade. Desde então venho observando, analisando, pesquisando e estudando a natureza desta relação. Precisei de anos para chegar ao ponto de entendê-la. Por ocasião do meu primeiro contato com a dança de salão, percebi que esta atividade exercia uma influência avassaladora sobre o comportamento sexual das pessoas de qualquer faixa etária. Inicialmente, imaginei que isto se devia ao fato de que a dança de salão é dependente da relação de masculinidade e feminilidade. Esta relação se dá por... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Nelson Hoffmann

  AUTOR  
 
Nelson Hoffmann
Nasceu no dia 19 de Dezembro de 1939, em Roque Gonzales, RS, onde reside. Advogado, Contabilista e, sobretudo, Professor. Ocupou inúmeros e altos cargos públicos. Integrante de academias e entidades culturais, correspondente de jornais e revistas, conselheiro editorial, é verbete de dicionários e enciclopédias. É o responsável pelo destaque literário de Roque Gonzales, RS. Considerado o mestre da narrativa longa na literatura missioneira, pratica todos os gêneros literários, preferindo a ficção. Traduzido nos Estados Unidos, França e Itália, é também publicado no Uruguai e em Portugal. Foi agraciado com os troféus "Amigo do Livro" (da Casa do Poeta), "Igaçaba" (da Igaçaba Produções Culturais), "O Missioneiro" (da AMM – Associação dos Municípios das Missões) e outros. Participa de inúmeras antologias e tem mais de três dezenas de trabalhos individuais publicados, destacando-se: A bofetada, 1978 (romance); O homem e o bar, 1996 (romance); Onde Está Maria?, 1997 (ro-mance); Quando a bola faz a história, 2000 (crônica histórica), Eu vivo só ternuras, 2002 (novela) e Este Mundo é Pequeno (crônicas). É autor do dístico “Roque Gonzales – Terra e Sangue das Missões”, oficializado por lei municipal.