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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




O que e como fazer para escrever bem

Uma das maiores preocupações que permeiam o âmbito escolar tem sido a produção de texto, em especial o dissertativo, por apresentar dificuldades no seu processo de elaboração e produção. Por ser um texto que procede de reflexões sobre determinado assunto, em que a opinião do locutor deve ser explicitada e, principalmente, acatada pelo interlocutor, exige-se maior rigor e complexidade nos mecanismos de produção. Quer dizer, ao comentar sobre determinado assunto tem-se a pretensão de atingir o outro, seja por convencimento ou por persuasão. Assim, torna-se fundamental se servir de uma linguagem elaborada, haja vista que para se obter adesão do interlocutor, o discurso deva... (leia mais)

Andreia Frederico Coutinho




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   > Marco Scalabrino

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Marco Scalabrino
Marco Scalabrino nato nel 1952 a Trapani via Gen. A. Cascino 4 91100 Trapani ITALIA tel. ++39 0923 20463 e-mail: marco.scalabrino@libero.it
Ha scritto: Lu carrubbu di Titta ( 1993 ) e L'affari Busillis ( 1994 ), commedie in dialetto siciliano in tre atti, tuttora inedite. Ha pubblicato: PALORI ( 1997 ), poesie in dialetto siciliano.vHa tradotto in dialetto siciliano Nat Scammacca e pubblicato: POEMS PUISII ( 1999 ). Ha curato le prefazioni delle sillogi: TROPPO TARDI ( 1998 ) di John Ligny.
ARITMIE ( 2000 ) di Giuseppe Romano. SCAGGHI DI SCIARA ( 2001 ) di Senzio Mazza. Ha tradotto in dialetto siciliano le sillogi OKUSIKSAK
e LEONE ASSIRO di Enzo Bonventre pubblicate in POESIE SCELTE ( 2000 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Charlie Bird Parker
di Enzo Bonventre, pubblicato ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Duncan Glen, J. K. Annand e Hugh Mac Diarmid pubblicati in TRITTICO SCOZZESE ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Tupak Yupanqui
di Enzo Bonventre, pubblicato ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano testi scelti di Duncan Glen, pubblicati in THREE TRANSLATORS OF POEMS by DUNCAN GLEN ( AKROS Publications, Scotland 2001 ), e poesie scelte di: Stanley Kunitz, Stanley H. Barkan, Ferdinando Alfonsi, Arthur R. Clements, Peter Russell, Iacyr Anderson Freitas, Horacio Castillo, Adélia Maria Woellner, tuttora inedite. Ha tradotto in Italiano il volume di racconti Feast of the Dead di Anthony Fragola, pubblicato col titolo FESTA DEI MORTI E ALTRE STORIE ( 2001 ). Ha adattato in dialetto siciliano TRILOGIA DELL’ANGELO di Maria Stella Filippini Di Caro, pubblicato ( 2001 ). Ha commentato QUOTIDIANO IMPERFETTO di Michele Sarrica, pubblicato ( 2002 ). Ha scritto il racconto breve in dialetto siciliano A SUA DISPOSIZIONI tradotto in Francese da Jean Chiorboli e pubblicato in Francia ( 2002 ). Ha pubblicato: T E M P U palori aschi e maravigghi ( 2002 ) poesie in dialetto siciliano, con traduzioni in Francese, Inglese, Italiano, Latino, Spagnolo, Tedesco. Ha tradotto in Italiano EU VIVO SÓ TERNURAS dello scrittore brasiliano Nelson Hoffmann, pubblicato col titolo IO VIVO DI TENEREZZE ( 2002 ). In atto sta traducendo in Italiano il racconto BAGUNÇANDO BRASÍLIA dello scrittore brasiliano Airo Zamoner. Suoi saggi sono pubblicati su Riviste Letterarie e Periodici.