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Divulgação científica Bioindicadores, relatores ambientais

Bioindicadores são fatores bióticos empregados para o reconhecimento de condições (passadas, presentes ou futuras) de ecossistemas. As espécies estão adaptadas para sobreviver, se reproduzir e realizar relações ecológicas em condições ambientais específicas. Desta forma, a presença de cada tipo de ser vivo indica características físicas, químicas e estruturais do ambiente em que se encontra. De maneira geral, as características dos melhores bioindicadores são: · limites de tolerância estreitos – sensíveis a pequenas mudanças ambientais; · abundância; · identificação... (leia mais)

Maristela Zamoner




PRESIDENTE! O SONHO ACABOU...

Ele esfregou os olhos como criança. Piscou várias vezes. A penumbra da manhã impúbere digladiava contra a noite rebelde, envelhecida, teimosa. Ela sabia de sua derrota cotidiana, desistiu e se encolheu, aguardando escondida em conhecidos cantos inabitados. Conformada, sabia da vitória certeira contra a iluminação do dia que murcharia dentro de algumas horas. Ele voltou a esfregar os olhos remelentos, sentir o sonho recém apagado. A agenda do dia disparou assessores pelas quinas do palácio. Desde os primeiros dias de poder, não havia mais tempo para devaneios infantilóides e o sonho se dissipava no emaranhado confuso das marchas e contra-marchas, dos argumentos e contra-argumentos, das possibilidades e impossibilidades, todas ignoradas no longo, muito longo e mal feito... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Marco Scalabrino

  AUTOR  
 
Marco Scalabrino
Marco Scalabrino nato nel 1952 a Trapani via Gen. A. Cascino 4 91100 Trapani ITALIA tel. ++39 0923 20463 e-mail: marco.scalabrino@libero.it
Ha scritto: Lu carrubbu di Titta ( 1993 ) e L'affari Busillis ( 1994 ), commedie in dialetto siciliano in tre atti, tuttora inedite. Ha pubblicato: PALORI ( 1997 ), poesie in dialetto siciliano.vHa tradotto in dialetto siciliano Nat Scammacca e pubblicato: POEMS PUISII ( 1999 ). Ha curato le prefazioni delle sillogi: TROPPO TARDI ( 1998 ) di John Ligny.
ARITMIE ( 2000 ) di Giuseppe Romano. SCAGGHI DI SCIARA ( 2001 ) di Senzio Mazza. Ha tradotto in dialetto siciliano le sillogi OKUSIKSAK
e LEONE ASSIRO di Enzo Bonventre pubblicate in POESIE SCELTE ( 2000 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Charlie Bird Parker
di Enzo Bonventre, pubblicato ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Duncan Glen, J. K. Annand e Hugh Mac Diarmid pubblicati in TRITTICO SCOZZESE ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano Tupak Yupanqui
di Enzo Bonventre, pubblicato ( 2001 ). Ha tradotto in dialetto siciliano testi scelti di Duncan Glen, pubblicati in THREE TRANSLATORS OF POEMS by DUNCAN GLEN ( AKROS Publications, Scotland 2001 ), e poesie scelte di: Stanley Kunitz, Stanley H. Barkan, Ferdinando Alfonsi, Arthur R. Clements, Peter Russell, Iacyr Anderson Freitas, Horacio Castillo, Adélia Maria Woellner, tuttora inedite. Ha tradotto in Italiano il volume di racconti Feast of the Dead di Anthony Fragola, pubblicato col titolo FESTA DEI MORTI E ALTRE STORIE ( 2001 ). Ha adattato in dialetto siciliano TRILOGIA DELL’ANGELO di Maria Stella Filippini Di Caro, pubblicato ( 2001 ). Ha commentato QUOTIDIANO IMPERFETTO di Michele Sarrica, pubblicato ( 2002 ). Ha scritto il racconto breve in dialetto siciliano A SUA DISPOSIZIONI tradotto in Francese da Jean Chiorboli e pubblicato in Francia ( 2002 ). Ha pubblicato: T E M P U palori aschi e maravigghi ( 2002 ) poesie in dialetto siciliano, con traduzioni in Francese, Inglese, Italiano, Latino, Spagnolo, Tedesco. Ha tradotto in Italiano EU VIVO SÓ TERNURAS dello scrittore brasiliano Nelson Hoffmann, pubblicato col titolo IO VIVO DI TENEREZZE ( 2002 ). In atto sta traducendo in Italiano il racconto BAGUNÇANDO BRASÍLIA dello scrittore brasiliano Airo Zamoner. Suoi saggi sono pubblicati su Riviste Letterarie e Periodici.