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O DEMÔNIO E O ELEITO

Fez um pacto, uma coligação com o Demônio e ganhou as eleições. Festejou. O Demônio veio cobrar a dívida. Foi chegando perto do Eleito. Cutucou suas costas. O Eleito olhou para trás: – O que você quer? Tinha um tom de aspereza na fala dura. – O que é isso? Não se lembra de mim? – Você acha que vou me lembrar de todo mundo? Não vê que fui eleito com milhões de votos? Milhões, entendeu? Sabe o que é isso? Milhões! Não vê minhas ocupações diárias? Nem sei como você passou por minha segurança, por minha assessoria e tem a ousadia de me cutucar pelas costas. Vou chamar minha guarda pessoal! – Calma! Não imaginei que você se esqueceria de quem permitiu sua vitória... – Saia pra lá. Qual é a graça, agora? – Não é graça nenhuma. Você fez uma... (leia mais)

Airo Zamoner




COLEÇÃO ARQUIVOS - TESOUROS ETERNOS DA LITERATURA IBERO-AMERICANA

Livros à mancheia têm-me chegado nestes últimos meses, levando-me a um profundo mergulho no tempo. A uma reflexão intensa sobre o quanto desconhecemo-nos, ainda que parte imensa nesta América, latina e de proporções gigantescas no tocante a problemas, sim, mas também no tocante à riqueza cultural. Muitas das edições que tenho recebido não são atuais, porém preciosas ao nosso processo de busca e de integração, no qual o fator cultural faz-se imprescindível. Sem conhecermos o passado, lutamos por uma identidade inexistente, segundo alguns autores especializados no estudo e na pesquisa do fenômeno cultural ibero-americano. E as novidades, às vezes antigas, nos impedem este retorno urgente à nossa formação, à nossa certeza de que somos dignos de respeito pela... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Hiago Rodrigues

  AUTOR  
 
Hiago Rodrigues
Hiago Rodrigues Reis de Queirós nasceu em São Paulo, no bairro da Lapa, em 13 de Outubro de 1989. Aos 6 anos, foi morar com os tios em Ponta Grossa, cidade no interior do Paraná, onde ficou até os 13 anos, quando começou a escrever seus primeiros versos, que resultaram no título: "Prosas Que Versam". Inicialmente com 83 poemas, foram desacreditados pelos amigos e professores. Adicionando mais 28 poemas, o livro: "111 Prosas Que Versam... e as vezes rimam" foi finalizado. Um ano depois, o segundo livro, com o mesmo título mas com mais 112 poemas inéditos, certificou a todos que o jovem versante levava a literatura a sério. Iniciou "Sangue Espirrado", que teve os originais rasgados pela mãe, por apresentar um conteúdo extremamente denso e reprovável à moral da família. Desanimado com a destruição de seu primeiro romance, Hiago passa aos contos e volta a compôr poemas; arrisca-se, em segredo, a escrever mais um romance: "Uma Carta Para João", que é publicado entre os colegas e vendido em livrarias locais com o pseudônimo MAD. Permaneceu assim até 2004, quando mostra à família o romance "OS TR3S ERROS" e o livro de contos "Contos Que Contam... o que todo mundo sabe contar"; no ano seguinte, mais um livro de poesia: "113 Prosas Que Versam... e as vezes rimam", para receber então a aprovação de sua mãe. Mesmo lendo os livros do filho, recusa-se a ajudá-lo. No mesmo ano de 2005, ainda escreve os romances: "O Fim do Poeta" e "Uma Ligação", passando então a ser reconhecido como um escritor para além de seus amigos . Em 2006, volta para a casa dos tios, no Paraná. Conclue neste ano o romance "Hotel da Miséria Humana", motivo de um convite para uma palestra a universitários, que questionaram sua forma de fazer literatura. Tiveram como resposta, na mesma ocasião, a leitura do "Manifesto Realtragista", escrito poucos minutos antes. Reafirmava um fazer literário baseado na tragédia e convidava os escritores contemporâneos a fazerem o mesmo, apresentando o drama da existência em suas obras. Para terminar o ano, o quarto livro de poesia foi concluído: "114 Prosas Que Versam... e as vezes rimam". Hiago Rodrigues Reis de Queirós, agora conhecido também no Estado do Paraná, monta ainda em 2006, suas duas primeiras peças teatrais: "Imprigma" e "O Baú do Escritor". Em setembro de 2007, o romance: "As Cinzas da Fênix", publicado pela editora Protexto, e no fim do mesmo ano, seu quinto livro de poesia: "115 Prosas Que Versam... e as vezes rimam", totalizando 11 títulos escritos em 4 anos. Em 2008, volta a morar em São Paulo, onde permanece escrevendo.