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A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO É REALMENTE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO GOVERNO? Lendo o discurso de posse do atual Ministro da Educação, Cristovam Buarque, que já antes de sua nomeação havia-me enviado muitos artigos a respeito de seus projetos sociais especialmente dedicados à educação, não posso deixar de pensar nas tantas atividades que vêm sendo desenvolvidas no Brasil independente e paralelamente ao setor público. Atividades, inclusive, que não recebem qualquer apoio financeiro externo além da colaboração voluntária de integrantes, sejam eles pertencentes a grupos religiosos ou simplesmente grupos de amigos conscientes de seu papel social. Se a nossa sociedade tem nos mostrado a urgência de uma reestruturação no sistema de educação, o que se pode fazer de imediato,... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Alexandre de Oliveira Junior

  AUTOR  
 
Alexandre de Oliveira Junior

Já escrevi cerca de 10 contos e 10 poemas que não foram publicados ainda, mas, escrevo mesmo porque acho prazeroso. A leitura de grandes obras da literatura mundial também é algo que sempre se fez presente em minha vida. Duas influências marcantes em minhas obras são Machado de Assis e Fernando Pessoa.

O livro que publico agora em 2012 foi escrito no ano de 2003 no formato de folhetim, tendo sido distribuido 1 capítulo por dia via e-mail a um grupo de cerca de 30 amigos. A Obra demorou aproximadamente 3 meses para ser escrita e distribuida neste grupo.

TAnto a história como os nomes e pessoas da trama são fictícios.