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COLEÇÃO ARQUIVOS - TESOUROS ETERNOS DA LITERATURA IBERO-AMERICANA

Livros à mancheia têm-me chegado nestes últimos meses, levando-me a um profundo mergulho no tempo. A uma reflexão intensa sobre o quanto desconhecemo-nos, ainda que parte imensa nesta América, latina e de proporções gigantescas no tocante a problemas, sim, mas também no tocante à riqueza cultural. Muitas das edições que tenho recebido não são atuais, porém preciosas ao nosso processo de busca e de integração, no qual o fator cultural faz-se imprescindível. Sem conhecermos o passado, lutamos por uma identidade inexistente, segundo alguns autores especializados no estudo e na pesquisa do fenômeno cultural ibero-americano. E as novidades, às vezes antigas, nos impedem este retorno urgente à nossa formação, à nossa certeza de que somos dignos de respeito pela... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Jucélio João Teixeira

  AUTOR  
 
Jucélio João Teixeira

Jucélio Teixeira, deficiente visual, é casado, tem filhos maravilhosos, presentes de DEUS, como costuma afirmar. Aos dezenove anos, foi aprovado em concurso para a polícia militar do Estado de Santa Catarina. Depois de seis anos de trabalho, foi aposentado por invalidez por causa de uma doença degenerativa da retina chamada Ritinose Pigmentar. Passaram-se alguns meses e, em função de fatos que aconteceram, percebeu porque DEUS havia limitado sua visão física. Diante dos acontecimentos variados, cujas explicações não encontrava, foi buscar aprendizado em vários lugares sobre as vozes que ouvia. Em um dia de janeiro de 1991, teve a resposta que buscava. Em meio a uma luz natural, uma voz falou na madrugada, por volta das duas horas:- Não se assuste! Em um futuro próximo, depois de alguns aprendizados, você irá receber um trabalho que preencherá seus dias e ajudará no esclarecimento de muitas pessoas. Acordou no dia seguinte com a lembrança nítida do "sonho" e esta lembrança o acompanhou por dias seguidos. Certo dia, sentado à frente de seu computador, descobriu porque recebera aquela mensagem em forma de sonho: escreveria um livro e neste, contaria suas experiências com o além, mas não sabia como começar. Acordou, ainda sentado em frente ao seu computador, sentiu-se "acordar" depois de algumas horas escrevendo algo que de momento parecia-lhe muito estranho. Dali para frente, nas horas hoje determinadas por ele próprio, realiza os mesmos atos. Como escritor, também se tornou leitor dessas obras, pois entende que só toma conhecimento do seu conteúdo após o término do dia de trabalho. As histórias em forma de livro vão surgindo. O primeiro é este com o título PASSAGEM. Depois veio AVISOS EM SINAIS e, em seguida, APRENDENDO COM A FUGA, todos prontos para a publicação. Hoje escreve mais alguns que também serão lançados na continuação. Aqui conta a história de vida de um dos muitos Josés, ditado pelo espírito de JOSÉ PAZ.