Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




O que e como fazer para escrever bem

Uma das maiores preocupações que permeiam o âmbito escolar tem sido a produção de texto, em especial o dissertativo, por apresentar dificuldades no seu processo de elaboração e produção. Por ser um texto que procede de reflexões sobre determinado assunto, em que a opinião do locutor deve ser explicitada e, principalmente, acatada pelo interlocutor, exige-se maior rigor e complexidade nos mecanismos de produção. Quer dizer, ao comentar sobre determinado assunto tem-se a pretensão de atingir o outro, seja por convencimento ou por persuasão. Assim, torna-se fundamental se servir de uma linguagem elaborada, haja vista que para se obter adesão do interlocutor, o discurso deva... (leia mais)

Andreia Frederico Coutinho




Default



   > Airo Zamoner

  AUTOR  
 
Airo Zamoner


Airo Zamoner nasceu em 1940 e aos dois anos de idade começou a frequentar a escola. Antes de completar três anos, mudou-se para Londrina, norte do Paraná, onde passou boa parte de sua infância. Aos dez anos, matriculado no Internato Paranaense em Curitiba, aprendeu a estabelecer um comportamento de crítica e defesa diante das agruras, agressões e injustiças, quer das duras regras que imperavam, quer dos grupos de alunos que se formavam à revelia dos dirigentes da instituição. Nesse período, iniciou um íntimo contato com os livros. Entre os proibidos e permitidos, intercalou a leitura dos clássicos nacionais e internacionais. Com a mudança da família para Curitiba, trocou o ensino marista para o franciscano, cursando Contabilidade cuja profissão jamais exerceu.

Formação:
Sociólogo pela Universidade Federal do Paraná,
Jornalista, radialista por muitos anos, voltou-se para o magistério de matemática. Dirigiu escolas públicas por mais de dez anos. A faculdade de Direito foi interrompida por duas vezes e por fim abandonada, face às contingências da vida familiar. A tentativa de formar-se em Física também foi abortada. Concluiu pós-graduação em Análise de Sistema, na FAE. Entre várias empresas, fundou o Cepedê-Informática Pedagógica e, posteriormente, a Editora Protexto.

Início da vida literária:
Como chefe de redação de um jornal mensal, iniciou a publicação de crônicas e poesias e tornou-se membro do Centro Literário Emílio de Menezes. Convidado por Mbá de Ferrante, editor da antiga página literária da Gazeta do Povo de Curitiba, passou a publicar semanalmente seus textos, conquistando seus primeiros prêmios, entre eles, o primeiro lugar nos VII Jogos Florais de Curitiba, recebendo o título de sócio efetivo da União Brasileira de Trovadores.
Depois de um monótono e estafante trabalho em instituição bancária, passou a trabalhar na Rádio Santa Felicidade, onde conheceu Domingos Fucci, diretor artístico, tendo a oportunidade de desenvolver textos para o então "rádio-teatro". A partir de 1978 começou a publicação de livros, chegando hoje a cerca de 20 títulos. É membro da UBT/PR, da ACPAI e da UBE/PR.

Primeiras publicações:
Aprovado pela Editora Beija-Flor para a publicação de um texto infanto-juvenil, associou-se a outros escritores, fundando a CooEditora, a mais importante e romântica experiência editorial do Paraná. Nessa época, foi agraciado com uma menção honrosa pela União Brasileira de Escritores, prêmio Fernando Chinaglia, por um texto de sátira política, denominado AS COMPANHIAS DO PRESIDENTE. Pela CooEditora publicou: A CONSTRUÇÃO, O QUINTAL, AS COMPANHIAS DO PRESIDENTE, AS MULETAS DO GOVERNADOR e A CERCA DO JOÃO PREFEITO. Pela JUMAM LTDA, publicou CANTO SIDERAL, uma coleção de poemas crítico-filosóficos. Na editora LIVROS HDV, deu continuidade à publicação de textos infanto-juvenis até por volta do ano de 2000. A partir daí, seus livros passaram a ser publicados por sua própria editora, a Protexto, que vem dando oportunidade para novos escritores de todo o Brasil e do exterior.

Prêmios e honrarias:
Recebeu carinhosa homenagem da Câmara Municipal de Curitiba, numa iniciativa da Vereadora Dra. Rosa Maria Chiamulera. Recebeu também o prêmio Fernando Amaro outorgado pelo poder legislativo municipal de Curitiba. Foi colunista do Jornal O Estado do Paraná durante vários anos, mas hoje se dedica ao romance, aos contos e a sua função de Editor da Protexto.
Seus originais, OS EGMONS e BAGUNÇANDO BRASÍLIA, foram selecionados pelo Departamento de Ensino Médio do Governo do Estado do Paraná. VIM TE CONTAR VINTE CONTOS foi recomendado pela Secretaria da Cultura do Estado do Paraná. O livro SERÁ O BENEDITO? recebeu prêmio da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais. O livro AS COMPANHIAS DO PRESIDENTE recebeu o prêmio Fernando Chinaglia da UBE, em 1980. O conto CLAUDINE foi traduzido para o alemão e publicado em sites de literatura. O livro BAGUNÇANDO BRASÍLIA foi traduzido para o italiano por Marco Scalabrino.
A obra do autor já foi discutida como um todo por alguns estudiosos da área como, por exemplo, o Professor Dr. Vicente de Paula Ataíde. Entre suas diversas atividades, Ataíde é professor dos cursos de mestrado e doutorado em Literatura da Universidade Federal de Alagoas e da Universidade Federal de Santa Catarina. Em seu livro “Literatura Infantil e Ideologias”, publicado em 1995, Ataíde aborda a obra de Airo Zamoner, apresentando um estudo específico de cinco de suas produções.
Marilda Binder Samways, socióloga, licenciada em Letras, pós graduada, estudiosa da literatura paranaense, também discute a obra de Airo Zamoner. Publicou o livro “Introdução à Literatura Paranaense” em 1988, um dos títulos indicados até os dias de hoje como literatura necessária para ingresso nos cursos de mestrado e doutorado em Literatura da Universidade Federal do Paraná. Segundo Samways, a característica da obra de Airo Zamoner é a preocupação com a consciência crítica do leitor, que o autor faz com humor e sátira, desejando alterar a situação estabelecida.

Adélia Maria Woellner, escritora, pesquisadora, membro da Academia Paranaense de Letras, professora, se expressa como segue:
“Abrir um livro de Airo Zamoner é ser presenteado com uma passagem para a grande viagem da imaginação, do prazer e da emoção. Não há como ficar indiferente. Cada personagem se desnuda e comove. Airo é um verdadeiro “camaleão literário”, que se integra e entrega à criação; o criador desaparece no enredo; é como se a história criasse vida própria e transcorresse autonomamente. Pura ilusão! O autor tece e controla todas as tramas, líricas, dramáticas, cômicas, supra-realistas, aventureiras. Apenas não impõe sua presença. Nem poderia... foi integral e visceralmente absorvido pelo texto criado. É intrigante ler a obra de Airo Zamoner. Surge sempre a pergunta: como consegue ele transitar, com tanta naturalidade e com emoções tão intensas em tantos variados temas? Faz-se totalmente criança, comoventemente ancião, surpreendentemente mulher, conforme seja o enredo eleito. Assim, não há idades limites: atinge leitores de todas as faixas etárias, oferecendo aprendizado, pela qualidade do texto, e estímulo à imaginação, aos devaneios, à emoção profunda, com a linguagem figurada, que faz, da prosa, verdadeira composição poética. Por isso tudo, a obra de Airo Zamoner educa, diverte, extasia, provoca, instiga, emociona... é, enfim, a própria vida que se oferece em palavras.” - 15 de janeiro de 2005. (A leitura é transversal, Protexto, 2005, MS. Maristela Zamoner).

Produção literária:
O Quintal, fábula infanto-juvenil, 64 pg. – 9ª. edição
A Construção, romance juvenil, 64 pg. – 9ª. edição
Os Diabanjos, romance juvenil, 64 pg.
Bagunçando Brasília, romance juvenil, 112 pg.
O Vendedor de Cocadas, romance juvenil, 64 pg.
As Companhias do Presidente, conto infanto-juvenil, 32 pg. - 9ª edição.
As Muletas do Governador, conto infanto-juvenil, 32 pg. – 9ª. edição.
A Cerca do João Prefeito, conto infanto-juvenil, 32 pg. – 9ª. edição.
O Gatinho e o Velho Juiz, conto infanto-juvenil, 32 pg.
Será o Benedito? Conto infanto-juvenil, premiado, 32 pg.
Os Egmons, romance infanto-juvenil, 176 pg.
Vim te Contar Vinte Contos, contos, 128 pg.
Contos de Curitiba, 112 pg – 1ª. edição.
Dezoito Mulheres, dramas e amores, contos, 96 pg.
Os Segredos de Lauriana, 96 pg. Teatro.
A Arte de Escrever, desvendando mistérios, 2ª. edição.
Ciclo, sonetos.
Canto Sideral, poesias.

Projetos literários imediatos e/ou em andamento:
Bichos do Poder, crônicas publicadas em jornal
Contos do meu Canto, contos
Esse povo, ora esse povo maldito, crônicas publicadas em jornal
Analiel, romance juvenil.
Assumindo o controle, romance juvenil.
À procura da razão, romance juvenil de caráter filosófico.

Vida Empresarial

Fundou e dirigiu as seguintes empresas:

DIPEL Comércio e Distribuição de Papéis e Embalagens

PRINTEMPAR - Impressos, Embalagens e Materia Didático Ltda

JUMAM - Allbuns, agendas e artigos para presentes

CEPEDÊ - Informática Pedagógica

COOEDITORA - Editora 

PROTEXTO - EDITORA ZAMONER LTDA.