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A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




MINHA PRIMEIRA COMUNHÃO

Tinha quase nove anos. Fui criada na religião católica. Meus pais eram muito religiosos. Quando se aproximava o Natal, eles promoviam lá em casa uma novena. Além da família, os vizinhos também participavam. Após a novena, eu me sentava ao piano e tocava várias músicas sacras, inclusive a Ave Maria de Schubert. Todos me aplaudiam, dizendo que eu executava com técnica e sentimento as partituras. Quando completei meus nove anos, minha mãe me informou que a Diretora da minha escola, Da. Neide Arruda Leal, desejava que seus alunos da terceira série fizessem a preparação para a primeira Comunhão com as catequistas da Igreja... (leia mais)

IVETE FLORES CATTA PRETA RAMOS




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   > Mary Santana

  AUTOR  
 
Mary Santana
Mary Santana, formada em pedagogia pela UFPR em 2002, concluiu sua pós-graduação em Danças de Salão Teoria e Técnicas em 2007 pela Faculdade Metropolitana de Curitiba - Famec. Trabalha com o ensino Fundamental desde 1997 e com a educação Infantil desde 1991. Sempre esteve envolvida em eventos culturais e projetos educacionais para educação infantil e ensino fundamental nas instituições de ensino público. Trabalhou como assistente de professora, lecionando língua estrangeira (italiano) para crianças do ensino fundamental, dando ênfase à música e à dança folclórica. Iniciou sua trajetória com a dança aos dezessete anos com o jazz, e em danças de salão, em 2003, no Centro de Dança Jaime Aroxa, hoje Escola de Danças Oito Tempos.
Atualmente, trabalha como professora de dança para crianças do ensino fundamental educação infantil.