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MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




DIREITOS CULTURAIS EM PERSPECTIVA: A FAVOR OU CONTRA?

A 10 de dezembro de 1948 era adotada e proclamada a resolução 217 A (III), pela Assembléia Geral das Nações Unidas. A Declaração Universal dos Direitos Humanos encontra-se traduzida em mais de 300 línguas em seu site oficial (www...) O texto pode ser impresso e arquivado. Vivido? Este o problema maior... A questão da efetiva observância de tais direitos tem sido discutida e analisada, mas há pontos polêmicos, específicos, delicados. E os impasses tornam-se ainda maiores no tocante aos direitos culturais... O que são, afinal, os Direitos Humanos? Por acaso uma definição e uma observância mais satisfatórias destes direitos contribuiriam para melhorar a sorte de seres humanos que vivem situações de injustiças? Isto lhes garantiria uma melhor... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Sandro Nadine

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Sandro Nadine
Aos 12 anos, consegui o 1º lugar no Concurso de poesias realizado pela Biblioteca Pública Etfânio Dórea, aos 15 fui vencedor do 1º Concurso de Análises Críticas, desenvolvido pelo Grupo LIONS/SE, aos 16 comecei a estudar música no Centro de Criatividade do Estado de Sergipe onde vi crescer grandes personalidades talentosas; aos 18 já fazia parte do grupo de Flauta Doce do mesmo centro, onde tive o prazer e a oportunidade de fazer parte do meu primeiro trabalho de estúdio regido pelo Maestro Sérgio do Conservatório de Música, e regência do nosso inesquecível Oscar Vasconcelos (In memorian), realizado no SOMAX em Recife/PE; nesse mesmo período fomos convidados à vários festivais e apresentações dentro e fora do nosso Estado, inclusive para a inauguração do Clube Sergipano em Salvador/BA. Quando completei 19 anos, me aperfeiçoei em teoria musical e participei de vários grupos musicais clássicos. Em 1992, fiz técnica vocal e participei do Coral " Renolt Vallois"(PROSEBEM), patrocinado pela Academia Carlos Gomes de música, no mesmo ano comecei minha carreira como compositor, onde participei do 1º Festival de Música do Colégio Salesiano, obtendo 1º lugar com a música "Soldados" e troféu de melhor júri popular; em 1994, participei do 1º FEMUFS - 1ª Festival de Música da UFS, onde obtive a 2ª colocação; Em 96 adquiri o 3º lugar no Festival Novo Canto com a música "Homem Pássaro" e no mesmo ano em 1ª no Festival da Caixa Econômica com a música"Rítimos"; tive também a oportunidade de apresentar algumas letras no 3º Festival de Música Jovem em Natal/RN, onde no mesmo ano participei da gravação do 1º CD do Grupo Ame como Coralista; em 1997 fui à Brasília e lá concorri com mais de 100 músicas, onde fiquei em 12º lugar, ainda no mesmo ano, fui produtor musical com alguns trabalhos regionais. Em 1998, gravei meu prmeiro single, com a Banda "Réu Confesso", bem como fiz violão na Escola De Arte Municipal com o prof. Eugênio, em 1999 dei início ao projeto do meu primeiro álbum "Trajetória", Mas somente em 2002 consegui gravá-lo, fazendo divulgação do mesmo em alguns Estados, entre eles, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Alagoas, Goiânia, Brasília, São paulo e Manaus. Em 2003 Participei da Primeira Amostra de Arte Escrita do Shopping Jardins, onde pude apresentar alguns dos meus poemas. Em 2005 fui premiado pela Prefeitura Municipal de Ourinhos/SP, em seu 1º Festival de Poesias. Em 2008, nossa música " Réu Confesso", é escolhida como tema em programa da TV cidade em Aracaju. A partir daí não parei mais de escrever; e cada momento, cada emoção foi delicadamente ilustrada por palavras, rimas e versos, que me seguirão até os últimos dias de minha existência.