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DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




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   > Ana Flores

  AUTOR  
 
Ana Flores
Ana Flores é autora do livro "Corporco e outros contos", cronista dos jornais de bairro Guia Humaitá e Folha da Gávea, ambos do Rio de Janeiro.
É tradutora de contos do autor argentino Fernando Sorrentino, reunidos no livro "Para defender-se dos escorpiões e outros contos", além de "História de Maria Sapa", "A fortuna de Fortunato", "Quem se zanga, perde" e "Dom Osvaldinho", histórias infantis do mesmo autor.
Autora amplamente premiada destacam-se o primeiro lugar do Júri de Escritores com o conto "Óme? Nem morto!", em 2000, no concurso virtual Arremate o Conto; terceiro lugar no concurso de contos eróticos da revista Status, em 1978, com o conto "Consulta vai, consulta vem..." Autora do livro didático "Muito Prazer!", curso de português do Brasil para estrangeiros, 2 volumes e diversas outras publicações esparsas.

O que diz a crítica
"Acabo de ler ´Mordaça´. Comovi-me e li-o várias vezes. Pode-se perceber a bagagem para dizer tanto com tão poucas palavras. Gostei muito." - Rafael Moncada, escritor colombiano.

"Ana Flores é uma contista plena. Com total domínio da narrativa, faz tão bem o micro e o miniconto - espécie moderna e difícil do gênero - como o conto maior, diálogos realistas, ou até mesmo o conto de realismo mágico. Além de tudo, é uma escritora com estilo e personalidade." - Cairo de Assis Trindade, poeta e consultor literário.

"O conto ´Corporco´ é de excelente qualidade literária. Fiquei muito tocada. Fazia tempo que eu não lia algo tão bom na Internet." -Fernanda Villas Bôas, jornalista.

"Gostei muito de toda a produção literária deste livro. Nunca tinha ouvido falar de microcontos e não esperava que fossem tão curtos. Acho que, com eles, Ana Flores alcançou o domínio da palavra de um poeta. São enxutos e completos. Gostei mesmo." Milvia Albuquerque - professora